O que é Caderneta de Poupança?

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Poupar é guardar dinheiro, mas tecnicamente poupar é transferir para o futuro a sua capacidade de consumo. No Brasil, a poupança virou sinônimo de aplicação financeira segura e muito popular por quase toda a população. A Poupança foi criada por D. Pedro II juntamente com a criação da Caixa Econômica Federal em 1861 e o seu principal objetivo era a de atender as classes mais pobres da população e a de também introduzir no brasileiro o hábito de poupar. Eram chamadas de Caderneta de Poupança por serem livretos contábeis onde continham as movimentações do poupador e os seus devidos juros e correções periódicas.

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Atualmente os juros da poupança são incorporados ao valor principal a cada 30 dias corridos, no chamado aniversário da poupança. Ainda existem outras regras simples nas suas condições de saques ou depósitos como a que determina que não renderão juros sobre valores sacados antes do prazo de 30 dias.

Para entender quanto rende a poupança primeiramente é necessário conhecer as suas regras de cálculo.

Em 2012, o governo mudou a forma como os juros da poupança são calculados. Todos os depósitos feitos até 3 de maio de 2012 rendiam 0,5% ao mês, mais a TR – Taxa Referencial, em 2018, por exemplo, a poupança antiga rendeu 6,16%.

A partir de 4 de maio de 2012, a nova regra de cálculo da poupança passou a valer para depósitos feitos daquela data em diante. Essa nova regra diz o seguinte: Desde setembro de 2017, quando a Selic caiu para 8,25% ao ano, a nova regra de cálculo da poupança foi acionada pela segunda vez desde sua criação. Desde então o rendimento da poupança ficou cada vez menos atrativa empurrando os poupadores a procurarem novas formas de investir. Assim, o rendimento da poupança hoje é de 70% da Selic, mais a minguada TR. Só para servir de parâmetro, em 2018, o rendimento da poupança nova foi de 4,68%.

Mesmo sendo a mais bem-conceituada aplicação financeira, ou investimento, no que tange a segurança é bom ficar atendo. O FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC – será garantidor de até o LIMITE de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) em caso de falência ou encerramento das atividades da instituição financeira onde estão os seus depósitos. Essa regra é válida por cada pessoa contra a mesma instituição somado aos outros todos investimentos e depósitos à vista.

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